Análise do Gameplay: The Evil Within [Gelo na Espinha]

Do mesmo criador de Resident Evil, The Evil Within cria grandes expectativas para os fãs de games de terror.

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Ano passado fomos surpreendidos com a notícia de que Shinji Mikami, criador de Resident Evil, voltaria ao mundo do survival horror, então nos foi apresentado The Evil Within. É um jogo que eu, particularmente, tenho esperado desde que o anúncio foi feito. Distribuído pela Bethesda Softworks, responsável pelo aclamado Skyrim, o game promete ter muita tensão e gelo na espinha.

Faltando poucos meses para seu lançamento, resolvi analisar o trailer e o gameplay do jogo.

 

Gráficos

Bom, estamos falando de um jogo da Bethesda e a distribuidora tem feito um trabalho incrível com o desempenho gráfico de seus jogos, então a imagem de The Evil Within também parece estar incrível, mas como nem tudo é perfeito, nota-se que alguns detalhes estão bem trabalhados e outros não, deixando um perceptível contraste entre o bom e o mal feito.

O gameplay se dividiu em duas partes: Prologue e Perth House e pode-se perceber que em ambas as partes as cores frias e ambiente escuro predominou, obviamente, para trazer um clima mais forte de tensão. Com sujeira, lodo e sangue espalhado por todo cenário, posso afirmar que o ambiente geral do jogo ficou muito bem trabalhado.

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A foto está com uma espécie de efeito granulado, por isso parece estar com a resolução baixa.

História

O jogador controla Sebastian Castellanos, um detetive que foi chamado para investigar uma chacina em um hospital psiquiátrico. Ao chegar no local, ele e seus parceiros não encontram nenhum policial, apenas as viaturas sem nenhuma arma ou corpo por perto. Entrando no hospital, Sebastian e seus parceiros aparentemente são atacados e perdem a consciência. Ao acordar, o detetive está em um lugar que parece ser outro mundo, com monstros rondando, corpos e sangue por toda parte (Algo que faz lembrar muito de Silent Hill).

Por enquanto é o que se sabe sobre a história, mas o que pude perceber pelo gameplay é que será uma espécie de jogo cinemático, como Heavy Rain ou Beyond Two Souls só que com uma pegada muito mais bizarra e assustadora (espero).

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Jogabilidade

Não seria nada justo falar muito da jogabilidade de um jogo que eu ainda nem joguei mas pode-se notar algumas coisas:

– A visão da câmera e a mira lembra muito os novos jogos da série Resident Evil (O 4, 5 e 6);

– Quando a porta está trancada e o jogador tenta abri-la, ouvimos um barulho de maçaneta de mexendo mas o personagem nem se move para mexer na porta. Poxa, já estamos na oitava geração de consoles e ainda fazem isso?

– Em alguns momentos o personagem pareceu ser bem lento, agora não se sabe se é algo do jogo ou se quem estava jogando estava realmente com medo de andar mais rápido e encontrar alguma surpresinha;

– Os itens parecem ser mais raros de se encontrar, o que vai dificultar bastante o jogo (tomara!);

– Ao ir para o inventário o jogo se desacelera um pouco, assim como em GTA V e Splinter Cell: Blacklist.

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Conclusão: O jogo parece estar MUITO tenso e macabro. Não vejo a hora de jogá-lo e trazer uma crítica completa para vocês!

Qual a sua expectativa para o game? Deixe sua opinião nos comentários.

The Evil Whitin será lançado dia 26 de Agosto de 2014 para Xbox 360, PS3, Xbox One, PS4 e PC.

Trailer:

 

Gameplay:

Rhuan Passos
Estudante de Comunicação Social que sonha em ser diretor de cinema, ou quem sabe um escritor bem sucedido. Apaixonado por cinema e videogames desde que se entende por gente. Atualmente está escrevendo um livro sangrento sobre apocalipse zumbi.

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