Berzerk (Atari) – Análise e Gameplay [Botão Solitário]

Descargas brutais de eletricidade.

berzerk

Jogos do Atari ou são extremamente chatos, ou são viciantes e desafiadores. Berzerk se encontra nessa segunda categoria e será o game relembrado na coluna Botão Solitário de hoje.

Game e história:

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Uma coisa que não podemos nos aprofundar muito é nos enredos dos games de Atari, em Berzerk só sabemos que você é um tripulante de uma nave que foi abandonado em um planeta hostil chamado Mazeon. O planeta está recheado de robôs criados pelo ser maligno Evil Otto, e esses robôs só tem uma tarefa a cumprir. Exterminar invasores. O seu personagem possui uma única arma laser e deve “limpar” todas as salas (com paredes eletrificadas) em que passar.

O game tem visão de cima onde você enxerga o seu personagem, os robôs e as paredes que matam (você ou seus inimigos) ao simples toque.

Gráficos e som:

O fundo preto, alguns traços que se referem as paredes, o seu personagem e um monte de robôs idênticos, podemos dizer que Berzerk está no padrão convencional de qualidade gráfica dos games de Atari, na verdade o próprio Arcade (onde foi lançado) não muda muito.

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 A grande diferença que atrai os jogadores nesse jogo (além do desafio) são os efeitos sonoros assustadores. Afinal toda vez que o seu personagem morre, ele morre eletrocutado com um irritante som de choque que pode assustar os jogadores mais desavisados.

Curiosidade: Morte por causa do videogame

Este jogo é tão viciante que foi responsável por causar duas mortes em americanos em casas de fliperamas, ambos morreram de ataque cardíaco após baterem incríveis recordes. [escreva Berzerk Game Die no Google e leia mais sobre os casos]

Jogabilidade e dificuldade:

Com a alavanca do joystick você comanda o seu personagem para ir a qualquer ponto da tela, o botão de tiro aciona justamente a arma laser. Uma jogabilidade simples, porém sem delay faz com que o jogo se torne extremamente fácil nas primeiras fases. Como em cada mudança de tela os robôs inimigos aparecem em lugares escolhidos aleatoriamente, esse game tem o fator sorte influenciando o resultado de cada jogador, mas como a cada tela você irá confrontar com mais e mais robôs que atiram e caminham em sua direção, o game começa a desafiar o jogador de forma que algumas vezes a sua melhor estratégia será ficar escondido atrás de uma parede de choque e torcer para que o inimigo se jogue nela.

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Diversão:

Extremamente divertido com um fator replay altíssimo esse é um daqueles jogos para se jogar alguns minutos pelo celular (emulador) enquanto está em alguma fila ou sala de espera. Ou ainda para desafiar amigos em uma noite de sábado retrô. Com certeza muitos não irão conseguir largar o controle e se assustarão com a morte chocante de seus personagens.

Nota do Autor: 9
Nota do público:(3 votos) 8.8
Dê a sua nota:

Esse é um daqueles games que vale a pena ser conhecido, dê uma espiada no gameplay abaixo:

Se você curte jogos antigos, visite as colunas Botão Solitário (Atari), NEStalgia (Nes) e 16 Bits Fever (Mega/Snes).

ouça aos podcast que gravamos desses consoles clássicos.

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Leandro Vallina
Formado em Comunicação Social. Tem como prioridade na vida cuidar da filha, jogar videogame, alimentar e passear com os cachorros, alimentar e passear com a esposa e jogar mais um pouco de videogame.

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