FGcast #45 – Resident Evil (games)

FGCast-b

 

Faaaala galera!

Voltamos a falar de games no FGcast , e voltamos em grande estilo com uma das melhores séries de todos os tempos.

No FGcast #45, Mau Franco, Leandro Vallina, Rodrigo Sanches e Rhuan Passos recebem a maior especialista brasileira em Resident Evil, Monique Alves do aclamado site Resident Evil Database para relembrar todos os detalhes desta espetacular franquia de games.

Neste episódio conheça a mitologia de Resident Evil, entenda a evolução da série ao longo dos anos, fique aliviado ao saber que não vamos falar dos filmes e descubra quem é o FGcaster que nunca terminou um game da franquia.

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Resident Evil 0

Resident Evil 1

Resident Evil 2

Resident Evil 3

Resident Evil 4

Resident Evil 5

Resident Evil 6 veja o Gameplay AQUI

Resident Evil Code Veronica veja o Gameplay AQUI

Resident Evil Revelations

Falamos um pouco sobre o game The Evil Within

 

Arte da vitrine por Renan Bolonha.

Locutor da vinheta de abertura: Diego Amaral.

Mau Franco
Formado em ciências da computação e pós-graduado em administração e gerenciamento de projetos, trabalha 9 horas por dia em uma grande empresa. O pouco tempo que lhe resta é passado com sua esposa, filhos, cachorros, alguns poucos games e algumas centenas de filmes.

Mau Franco publicou 277 posts. Veja outros.

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  • Baixando o cast. Uma dúvida, não comentaram do Resident Evil Remake ? Pra mim é o mais bem feito, uma obra de arte até hoje.

    • leandrovallina

      falamos também do remake, só não esta na descrição, na verdade citamos até os games de tiro do Resident

  • Dariek

    Uhu, Apesar de só ter jogado o 4 inteiro,(os antigos eu não joguei por limitação de paciencia,e os novos por limitação de hardware) gosto muito da franquia.
    Os filmes Live-action obviamente não merecem um cast, mas acho que vocês poderiam comentar sobre as animações Degeneration e Damnation, são boas histórias do nosso amigo franjudo Leon, e exemplos de que a dublagem brasileira é quase sempre melhor que a americana.
    Assim que terminar de ouvir o cast eu volto pra comentar mais :).

  • Gu1lh3rm3Kun

    Resident Evil é e será sempre um marco pro gênero, não importa o quanto ele fuja da proposta inicial.
    Fiquei feliz por citarem a versão de GBC porque por mais que tenha um sistema ruim de batalha ele me divertiu por várias horas.
    Assim como foi dito no cast (e eu disse no FGCast 2) Sweet Home trouxe os elementos que foram extrapolados e melhorados em Resident Evil, a mansão, as portas e o enredo que segue um grande mistério até a revelação final… e lá substituímos zumbis por fantasmas.

    PS: Valeu lembrarem de mim e de Parasite Eve… ainda espero o cast dele~

  • danielgfm

    Os Filmes são umas bostas que NUNCA deveriam ter sido lançados, mas, por conta da massa, lançaram aquilo só para ter mais dinheiro de gente que já ouviu falar de RE e só… mas, poxa Leandro, tu gosta daquilo? 10 pontos a menos no meu respeito! 😛

    Resident Evil ajudou demais no genero que o Alone in The Dark criou, este que eu joguei com muita coragem em 1993 num 486 DX 2. O Resident Evil eu joguei em 1996 quando meu primo comprou o console, sem memory card e o mesmo sendo o original, como esta da imagem abaixo e porra… foram horas e horas jogando, todo mundo se revesando para jogar!

    Era eu, mais três primos meus e era assim: Um era o jogador, outro era o copiloto e o terceiro fazia a tradução das coisas e era cada cagaço no jogo, até que, saindo da mansão para chegar no laboratório, depois da aranha gigante, perdemos e não jogamos mais porque não tinhamos memory card… mas foram altas emoções.

    Agora quem não se lembra da abertura tosca do RE? E de como ficamos embasbacados com aquilo? Para mim ele e Tomb Raider foram os melhores jogos do PSX naqueles anos de 1996/1997 que eu havia jogado.

    Depois disso, claro, joguei Resident Evil 2, com os dois discos e achei-o um porre, não sei porque e me amarrei no Resident Evil 3, para mim o melhor jogo da série clássica até aquele momento.

    Daí saiu o Code Veronica para o DC e o que já era bom no PSX ficou muito, mas muito melhor no DC, teve a versão do PS2, mas não se compara com a do DC e eu pensei que ali era o fim de tudo… até vir as famigeradas 4, 5 e 6.

    Joguei a 4 e achei algo meio genérico, joguei o cinco, e mais genérico que o 4, joguei Dead Space e finalmente vi que o Survival Horror estava de volta, joguei Dead Space 2 e o conteúdo estava lá, só que ainda melhor, joguei Dead Space 3 e voltou a ficar tão genérico quanto RE 4, 5 e 6.

    Em essência, Resident Evil perdeu muito dele nos outros 3 jogos, só recuperando um pouco no Revelations, mas, ainda assim, está faltando muito para o jogo voltar a ter o status de antigamente, assim como Silent Hill, que foi bom até o 4, e Dead Space, que morreu cedo, no seu terceiro título, assim como Alone in The Dark, que veio com duas tranqueiras nada a ver nas gerações passadas.

    Survival Horror é um gênero que se não trabalhar na questão do horror, vira algo tão genérico quanto Gears of War ou God of War, ou Assassin’s Creed, que virou mais do mesmo.

    Sobre o jogo do SEGA CD era posivelmente o Sewer Shark.

    Na questão de jogo de terror e historinha no mesmo, houve o caso de Clock Tower, para o SNES, que dava tanto cagaço quanto o RE e tinha toda essa questão de medo, susto e terror que o RE passou para a gente alguns anos depois!

    Agora sobre a história do jogo, RE foi pensado até o Code Veronica e nada muito além, tanto é que quando saiu o 4, foi uma surpresa, boa para alguns fãs e ruim para alguns outros e, assim como Metal Gear Solid, a Capcom começou a esticar demais a história ao ponto da mesma ficar fina e sem graça. Muita coisa poderia ter sido feita, e fechada, entre o Zero e o Code Veronica, mas não… continuaram, continuaram e continuaram… :/

    E, realmente, o Resident Evil Remake ficou muito bom no GC, dá uma nova perspectiva do primeiro jogo e é bem mais desafiante. Agora, voltando, sobre o Code Veronica, mesmo que tenha saído para o PS2, GC e 360, a versão do DC foi bem melhor…

    Resident Evil 4 = fácil, genérico, chato.

    Resident Evil 5 = MUITO FÁCIL, genérico e muito chato.

    Algo interessante sobre o criador, ele foi Planejador de Aladdin, game designer de Goof Troop, dirigiu e produziu Dino Crisis, fez acessória para Onimusha, foi produtor executivo de Devil May Cry e Phoenix Wright, assim como Viewtiful Joe e Killer7 e está sendo diretor do jogo mais comentado do momento, The Evil Within, que eu acho qeu vai ser um puta jogão.

    Tipo, RE não estava vendendo certo? Mais fácil criar uma franquia nova do que começar a fraquejar e deixar a franquia completamente descarecterizada! E é por isso que no momento de fraqueza de RE (Resident Evil 4 e 5) Dead Space salvou o Survival Horror!

    O problema maior não é a repetição, o problema é criar o mesmo jogo num curto espaço de tempo achando que o mesmo vai vender horrores. GTA, que mudou completamente a partir do III, vende HORRORES e ainda é o mesmo jogo! É só ver, quais mudanças vieram entre GTA III e Vice City? Quase nada… entre estes dois e GTA: 4? Quase nada… e entre este e o 5? Porra nenhuma. E a Rockstar é um dos jogos mais vendidos do mundo porque, ao invés de fazer um jogo por ano, a RockStar prefere criar um fodástico sandbox depois de 4 anos do seu último lançamento.

    E os Survival Horror só se tornam repetitivos por incompetência das empresas, vide, por exemplo, Lone Survivor, um puta jogo de Survival 2D e que ganhou vários prêmios!

    Quem ainda quer matar zumbi até hoje? Left 4 Dead 2 está aí até hoje! 😛

    Agora a questão de terror, ainda bem que temos FPS que trazem esta pegada de volta, vide FEAR, puta jogo cagado dos infernos!

    Capcom jogou o seu nome no luxo desde que começou a fazer parte destas companhias de merda que lançam DLC por qualquer besteira. Se ela tivesse colhões, que nem a RockStar, a Valve, Atlus e a Bioware, lançaria um RE completamente novo, foda e voltado ao Survival Horror, porque para joguim genérico, já basta os filmes! 😛

    Ótimo Cast este de vocês.

    • Pierró Torres

      Reclamar que “não se fazem mais jogos de horror” virou um clichê dessa geração, mas pouca gente percebe que o gênero nunca foi realmente muito popular (em vendas) no mundo dos games. Resident Evile Silent Hill, os dois jogos sempre lembrados para invocar uma “era de ouro” do horror, foram jogos certos na hora certa: ambos chegaram em um período em que gêneros populares em console (como luta e plataforma) já não eram mais tão prevalentes quanto antes, e gêneros de ponta no PC (como adventures e FPS) não eram bem reproduzidos em console. Essas duas séries preencheram um espaço e cativaram quem queria mergulhar em aventuras (no sentido de jogabilidade, não narrativa) em 3D; o fato de se escorarem em horror era quase um detalhe, exceto pelas mecânicas implementadas em nome do semi-inédito “horror de sobrevivência” (muitas já presentes em jogos anteriores de PC como Alone in the Dark). Se esses jogos fossem dramas, talvez nunca tivéssemos um jogo de horror mais ou menos popular até hoje. Ainda por cima, notem que na época “sucesso de vendas” era passar de 1 milhão de cópias, não as 3-5 milhões que os jogos blockbuster de hoje exigem apenas para recuperar o investimento.

      • danielgfm

        O problema está no custo escatológico que virou criar um jogo. As empresas parecem, e acham, que gastar 200 milhões de doláres é que vale a pena para criar um jogo.

        Nada contra isso, GTA V está aí para provar que um jogo com uma produção cara, mas bem produzida, pode se tornar um arrombo de blockbuster, mas, de outro lado, as indies estão mostrando que pouco se mostra muito mais.

        E este é o grande problema desta segunda década do século XXI para as produtoras, ou elas param e repensam nos seus gastos, ou vão acabar falindo ou sendo vendidas por aí, como a Hudson Soft, THQ, Atlus e outras que se foram desde os anos 2000.

        • João Pedro Costa

          Tá maluco a Atlus não vai falir não é atoa que ela vai lançar Persona 5 em breve.

          • danielgfm

            Não estou maluco… a Atlus JÁ foi para o beleléu e sua dona, a Index, foi VENDIDA para a SEGA.

    • Pierró Torres

      No fim das contas, temos muito mais jogos de horror nessa geração do que em qualquer época, graças à expansão do mercado de jogos como um todo, à maior facilidade para criar um jogo com equipes muito enxutas (ou mesmo sozinho) e à distribuição digital. O que não acontece é vê-los chegar à casa dos milhões de cópias (Dead Space é a exceção que confirma a regra). E não se trata de má qualidade: vide Amnesia: The Dark Descent, com folga o jogo mais assustador já feito, bem recebido pela crítica, mas que mal passou de 700 mil cópias vendidas (ou 1,4 milhão contando 2 Humble Bundles). A verdade é que a maioriaesmagadora de jogadores não quer sentar no PC ou no sofá para sentir tensão, lidar com limitações impostas pelo design, tomar sustos e ser impedido de atirar livremente. É por isso que Resident Evil teve que se reinventar como um híbrido de ação-terror no quarto jogo da série, quando bons jogos de ação em 3D já eram comuns; e é por isso que o jogo moderno de horror mais bem-sucedido é um update da mesma fórmula. Jogos de horror “tradicional” sempre foram (e provavelmente sempre serão) jogos de nicho, hoje em dia desprezados até por parte da crítica. Mas quem realmente gosta de horror assim sabe muito bem que ele está vivo, com jogos como o próprio Amnesia, a série Condemned, Silent Hill: Shattered Memories, iniciativas simples como Home e Fatal Seduction, e ZombiU.

      • danielgfm

        Home e Amnesia, assim como Lone Survivor, estes jogos são “pavorosos” mesmo.

        E é isso mesmo, a vontade de sentir medo, emoção e afins, está sendo relegado a vontade de ganhar troféus fáceis e a jogos rápidos.

      • mau_franco

        O mais assustador já feito foi o fatal Frame..pra PS2…

        • Luiz Augusto

          Fatal Frame é tenso demais, jogue sozinho em casa e com todas as luzes apagadas para ter a sensação de medo com um jogo.

    • João Pedro Costa

      Esse mimi dos “fãs” de Residente Evil sobre a franquia que “perdeu” o terror é blá blá blá já me encheu o saco. Na internet o que mais tem é haters que só sabem reclamar que a franquia perdeu as raízes e nem ao menos jogaram ou tentaram conhecer o jogo. A opinião destes não vale de nada, reclamar por reclamar qualquer um faz, ter uma opinião concreta negativa ou positiva isso sim é de valor. Agora gritar aos quatro cantos que a CAPCOM vai falir, RE morreu no 3, isso não é ter opinião é ser hater.

      E outro papo idiota é esse de porque não lançaram um jogo como um novo nome. Como eu disse o nome original de Resident Evil é Biohazard no Japão e EU, que significa arma biológica, é disso que o jogo se trata bioterrorismo, e a série nunca perdeu este foco, logo esse argumento é invalido.

      • danielgfm

        A Capcom não vai falir, mas, assim como algumas outras empresas, está saindo do Hall das grandes empresas para se tornar algo como uma empresa média, mesmo porque de gigante mesmo só tem a Activision e a EA, que comprariam até um estado Brasileiro se ele fosse um estúdio de videogame.

    • João Pedro Costa

      Aliás que fãs são esses? Fã que é fã está comprando os jogos da franquia até hoje. O que mais tem na internet é “hater”, e por mais que a CAPCOM faça um RE como os de antigamente, eles não vão comprar, e vão falar que os antigos eram melhores. Muitos destes “fãs” odiaram RE: Revelations e outros nem compraram o jogo, assim não adianta.

      Resident Evil não é survival horror a 10 anos, a franquia tomou os rumos que tinha que tomar, quem joga sabe que Biohazard nunca foi sobre zumbis e terror, mas sobre armas biológicas, e desta temática RE nunca se distanciou.

      • danielgfm

        Se a Capcom não fizesse o que faz, que é basicamente o que a EA e a Ubisoft estão fazendo com os seus jogos, poder-se-aí fazer bons jogos criando o melhor dos dois mundos…

        Mas colocaram a ação em conta, então, para mim, deixou a essência de lado.

        • mau_franco

          Concordo que perdeu a essência, e nessa me perdeu também, mas é uma questão de opção comercial, e os números das vendas provam que acertaram…

    • João Pedro Costa

      Os números só comprovam o que eu disse.

      Resident Evil 5 – 6,5 Milhões de cópias, é o jogo mais vendido da história da CAPCOM.

      Resident Evil 6 – 5,2 Milhões de cópias.

      Resident Evil: Revelations – 1,1 Milhão de cópias.

      • danielgfm

        Hum, legal… estou falando de qualidade e não quantidade. Se for assim, por exemplo, teve jogo por aí que vem mais que isso e não são sinonimo de qualidade, ao caso do SimCity 2013.

        • mau_franco

          Ainda acho que a Capcom tem razão em lançar novos jogos com a marca Resident Evil….já que vende tanto…

          • danielgfm

            O problema do vender tanto é que… mesmo que tenha vendido horrores, a situação da empresa não é das melhores.

            No seu último Annual Report a Capcom declarou ter em torno de 150 milhões de dólares em caixa, levando em consideração que GTA V custou 200 milhões de dólares, a Capcom está em maus lençóis, apesar de ter vendido alguns jogos acima de 1.000.000 de cópias.

            Bom, só o tempo dirá agora.

    • João Pedro Costa

      A CAPCOM é uma empresa, e como qualquer uma não sobrevive de amor, ela tem que ter lucros. Melhor vender 6 milhões e aguentar a critica, do que vende 1 milhão e agradar os supostos fãs e perder dinheiro.

      • danielgfm

        E, ainda mais legal, produzir DLC’s a torto e direito para ter fã dos seus jogos comprando-os e gastando dinheiro a toa.

    • João Pedro Costa

      Cara aonde que Residente Evil 4 é genérico? Ta o 5 e o 6 jogos da franquia podem não ter inovado tanto mas o 4 foi uma revolução na industria dos jogos, e um grande exemplo disso é próprio Dead Space que você menciona tanto no seu comentário que trouxe de volta o gênero de survival horror para o mundo dos games que tem uma jogabilidade muito chupada do próprio Residente Evil 4, é só olhar a câmera por cima do ombro que foi uma inovação trazida do quarto jogo da série Residente que muitos jogos de sucesso fazem hoje em dia e O Dead Space que copiou isso também.

      • danielgfm

        Copiou e fez melhor.

        • mau_franco

          Copiou e fez melhor sim…mas copiou…
          RE4 ainda merece nosso respeito…demais.

          • danielgfm

            RE4 até merece o meu respeito, mas não os meus sustos! 😛

    • João Pedro Costa

      Uma prova de que Residente Evil 4 não é genérico e a inovação que trouxe a câmera por cima do ombro que muitos jogos de sucesso hoje em dia adotam esse tipo de jogabilidade foi graças RE 4, exemplos de jogos que usam a câmera por cima do ombro: Grand Theft Auto IV, Grand Theft Auto V, Gears of War, Uncharted e o Dead Space que copou totalmente a jogabilidade RE 4.

      • danielgfm

        Sinto muito, mas não… se for falar de GTA IV, V e outros que “copiaram” RE 4, então RE 4 copiou DESCARADAMENTE ShenMue.

        • Icaro

          Dead Space é praticamente o mesmo jogo que Resident Evil 4, melhorado e maquiado para uma nova geração (de consoles e jogadores). Sim, o mesmo jogo – não no sentido de cópia, e sim de jogos com as mesmas premissas.

          Jogue um depois do outro e você notará que as bases da jogabilidade são as mesmas. Você joga com uma câmera em terceira pessoa, na perspectiva sobre o ombro; a atividade principal, que você fará 90% do tempo, é atirar em quase tudo o que aparecer; é preciso segurar um botão para ativar um modo de mira e conseguir atirar; a munição não é tãaaao escassa quanto nos primeiros Resident Evil ouSilent Hill; o inventário tem espaço limitado, e abri-lo não pausa a ação (só pra deixar tudo mais tenso…); as armas podem receber upgrades, comprados/encontrados em pontos específicos da jornada; muito ocasionalmente, vale mais a pena fugir do que lutar; e certos trechos incluempuzzles leves e/ou cenas de corte com pressionamento de botões para adicionar alguma interatividade.

          É claro que Dead Space atualiza alguns detalhes nessa fórmula, e muito bem: é possível andar enquanto se mira (graças!), há o módulo de stasis, e o mapa não fica sempre visível, o que ajuda a manter a tensão em cada curva do caminho. Porém, se não fosse o conceito de desmembramento estratégico e as áreas de gravidade zero, a jogabilidade seria quase idêntica à de Resident Evil 4. O que não é nenhum problema – não escondo de ninguém que acho que a franquia precisava sim da mudança radical que sofreu, e a injeção de ação é muito condizente com os temas do jogo (apocalipse zumbi, corporações malignas etc.). Mas depois não me venham com dois pesos e duas medidas na hora de falar sobre “salvação” do survival horror, especialmente quando Dead Space tem tanta ação quanto todos os outros jogos de horror contemporâneos que são acusados de ter “pouco horror” (e ainda tem mais ação do que Silent Hill: Homecoming).

    • mau_franco

      “O problema maior não é a repetição, o problema é criar o mesmo jogo num curto espaço de tempo achando que o mesmo vai vender horrores”
      Mas isso é culpa dos FPS e jogos de futebol, que lançam uma versão igual todo ano e vendem horrores…a ganância fala alto…

      • danielgfm

        Ahhh.. culpe PES, Fifa e CoD, jogos bons de FPS tem a media de 3 anos de produção! 😛

        • Halan

          Eu tenho que respeitar a opinião de uma pessoa que gosta de jogos de tiroteio em terceira pessoa, mas acha Resident Evil uma merda porque não é terror, sendo que ele está entregando algo que se não fosse o preconceito, ele iria gostar também? Não tenho nada contra a pessoa, mas essa ideia eu não posso deixar de questionar.

          Agora vem a pergunta chave: Por que Resident Evil mudou? Simples, o terceiro jogo não vendeu o tanto que a capcom achava que ia vender, além dele não surpreender como os outros da série. Novos jogos de terror estavam surgindo no mercado, como o Silent Hill, que tinha um terror muito mais refinado, baseado na tensão constante no lugar dos momentos que um monstro quebra a janela e te dá um susto. Outro problema é que quanto mais você joga survivor horror, menos eles te impactam, pois você acostuma com aquilo. Eu comecei a jogar Dead Space, mas parei porque ele não conseguia me dar sustos. Esse é o problema do estilo, tem gente que não joga por medo e outros que não jogam porque não sentem medo, sendo que esse tipo de jogo se apoia muito em causar sensações e quando eles não conseguem, o que sobra muitas vezes são mecânicas desajeitadas, munição limitada e história previsível. Por isso que eu apoio a mudança de franquias de terror para ação.

    • Halan

      Eu acho a história de todos Resident Evil’s de modo geral não são muito inspiradas ou originais, tanto que um filme fiel a elas seria genérico. O 6 tem uma história boa, porém força uma barra forte para fazer fanservice, trazendo quase todo mundo de volta. De qualquer modo, em um jogo como Resident Evil, eu me preocupo muito mais com level design, dificuldade na medida certa e jogabilidade diferente. O enredo em jogos para mim é importante quando ele desperta sensações além da diversão, como To the moon que desperta altos manly tears. Nos 3 primeiros jogos da série Resident Evil, eles trouxeram terror, mas desde do 4, o que mais importou foi diversão, então, na minha opinião, o quarto jogo é o mais bem executado no quesito de trazer diversão. Shinji Mikami cuidou de cada aspecto técnico para que o jogo fosse impecável. Veja, por exemplo, o sistema de dano que ele implementou no quarto jogo. O inimigos não apenas sentem onde você atira, mas eles reagem quando você o faz nos pontos fracos. No Resident Evil 6, tem um bocado de monstros que vão andando normalmente enquanto você atira neles feito louco e você não sabe que está causando dano ou não. Um colega meu mesmo travou em uma parte porque ele não encontrava o ponto fraco do inimigos, assim eu joguei com ele e tive a ideia de ir dando tiro na força bruta e funcionou, o inimigos apenas não reagiam de forma nenhuma aos tiros, apenas uma carapaça no peito caia quando você atirava muito.
      Esses não são os únicos inimigos desse jeito. Pude perceber outros como umas lagartixas gigantes que levam tiros e continuam andando como se não tivesse acontecido nada O level design do 6 também não é muito intuitivo, tanto que o botão de apontar o caminho é muitas vezes necessário. Não são coisas que fazem o jogo ser uma porcaria e tiram muito pouco do brilho dele (sério, eu gostei do 6), mas foram erros que o quarto jogo não cometeu.

  • danielgfm
  • PsicoHélder Soúlima

    Estou tendo problemas em ouvir esse cast.Não está dando pra fazer o download e nem pra ouvir.Alguém poderia me ajudar?

    • leandrovallina

      Aqui tá normal, acabei de baixar outra vez e tambem ouvi pelo player, fiz os testes usando Chrome e o Explore.

      Onde está marcado em negrito Download (basta clicar no botão direito do mouse, e depois “Salvar link como…”) e pronto, vc estara baixando o Mp3

  • Rayana Lima

    entrando de gaiata nos comentários…
    nunca joguei RE e o pouco conhecimento que tenho é sobre os filmes. são até interessantes, mas chegou um momento que começou a ficar repetitivo e deixei de ver. em relação ao jogo, fiquei interessada em jogá-lo a partir do foi dito no cast. mais uma ótima discussão!! 🙂

  • Jusier de Melo

    Parei de jogar no 4º, os outros são muito genericos. Os filmes são uma bosta, todos clones do “Anjos da noite”. Mas o cast foi divertidos, parabéns!!!

  • Joseniz Guimarães de Moura

    Acabei de ouvir o podcast! Cara que surpresa agradável o par de ingressos! Sim falando de Hellraiser (ainda) veja o belo trailer do único filme que o Doug Bradley caiu fora (um claro exemplo de algo feito de qq jeito p manter os direitos autorais sobre a obra). Perto dele qualquer uma das sequências está ano luz em qualidade! Realmente é um filme assustador (no mau sentido) https://www.youtube.com/watch?v=orWK-QlPSfg

  • Luiz Augusto

    Fala ai pessoal
    Muito bom o cast, com muitas informações interessantes e muitas risadas, a Monique realmente manda muito bem quando o assunto é RE.
    Joguei Resident Evil 1, piratão no PSX, assim que foi lançado por aqui, mas como era uma mídia japonesa – era alias chamado Biohazard, eu cheguei na parte do quadros e empaquei, não entendi nada, e deixei o jogo de lado.
    Quando saiu o RE 2, fiquei apaixonado pelo jogo e terminei de todas as maneiras possiveis e impossiveis – achei que vocês iam falar do Tofu matador de zumbis. Daí peguei o RE 1 americano e também terminei de todas as maneiras possíveis.
    Não me empolguei muito de jogar o RE 3, pois nessa época estava viciado em Gran Turismo (quem sabe não me animo volto a jogar em breve).
    Já o RE4 foi um dos jogos que mais joguei no PS2, zumbis falando espanhol?!? Que demais!!
    No RE 5 não me empolguei muito, apesar dos cenários bem diferenciados. Achei bem brochante o fato de ter que ficar parado para atirar.

    E é por essas e outras que essa franquia apesar de ter pisado na bola ultimamente ainda tem um nome bem forte e bastante mercado para ela.
    Abraço a todos e quero o ingresso de cinema no próximo cast.

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  • Ricardo Henrique Rocha

    Mau Franco, Leandro Vallina, Rodrigo Sanches e Rhuan Passos e a especialista brasileira em Resident Evil, Monique Alves .
    Parabens pelo programa Resident Evil, muita informação , eu não joguei R.E mas acompanhei o desenvolvimento da franquia que virou , interessante é que um jogo de vídeo game virou uma serie de livros e filme
    um abraço para todos
    Ricardo

  • jefferson piva

    mais um Cast muito bom vlw flw galera

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