Hauting: Starring Polterguy (Mega Drive) – [16 Bits Fever]

Sua missão é assustar… assustar e apavorar.

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Os games de 8 e 16bits sofrem o preconceito dos novos jogadores, afinal eles alegam que é sempre a mesma coisa, ou game plataformas estilo Super Mario Bros, ou jogo de luta estilo Street Fighter e por aí vai.

Hauting: Starring Polterguy é um daqueles games únicos, onde a ideia inovadora do jogo pode causar mais estranheza (ou desavença) aos jogadores do que agrados. Até porque não é um jogo tradicional e é esse game que lembraremos na coluna 16 Bits Fever.

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História e o jogo:

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Polterguy é um adolescente no estilo endiabrado, adora aprontar pela vizinhança no seu skate, mas graças a um erro de fabricação do seu skate, cometido pela gananciosa indústria de Vitor Sardini, o garoto veio a falecer. Só que o fantasma de Porterguy agora quer vingança e vai assombrar a família Sardini pelo resto da vida (deles).

O game tem a visão de cima (estilo isométrica) e é quase como um game point and click, onde você controla o fantasma pelos cômodos da casa atrás dos familiares e deve interagir com quase todos os moveis e objetos da residência, dessa forma horrorosas assombrações irão aparecer para vivos e assim você irá conseguir expulsá-los da casa.

Gráficos e som:

Cenários coloridos e bem trabalhados são o ponto forte do game, afinal a ideia é que o jogador consiga visualizar e se divertir com as diversas assombrações que Polterguy é capaz de realizar, é divertidíssimo entrar em um cômodo diferente e ficar vendo o que aquele objeto é capaz de fazer (ou se transformar).

O som é quase nulo, mas possui alguns efeitos sonoros bacanas, com uma boa pegada cômica (assim como o resto do game) e consegue deixar o game com momentos sombrios e ao mesmo tempo divertidos, é claro que os gritos não poderiam estar de fora e, puxa, como a família Sardini gosta de gritar.

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Jogabilidade e dificuldade:

O jogo é simples, basta ficar passeando pelo ambiente e apertar o botão de ação para fazer a assombração, a dica é tentar assombrar os humanos próximo as portas de saída, assim você gasta pouco ectoplasma, já que para cada assombração realizada é descontado um pouco do seu ectoplasma e se ele acabar você desaparece de vez. Também tem as fases do “inferninho” onde você anda por uma espécie de gruta fugindo de mãos diabólicas e tem que capturar o máximo possível da geleia verde para continuar a sua jornada.

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Apesar de a jogabilidade ser simples, o game é bem difícil de ser concluído (são quatro casas a percorrer), ainda acredito que a sorte do jogador de encontrar os humanos perto das portas de saída é mais vantajosa do que alguma tática que o gamer possa tentar empregar.

Conclusão:

Um jogo diferente e com um excelente humor, pode trazer ao jogador algumas boas horas de diversão, infelizmente por causa da capacidade de armazenamento dos cartuchos do console, depois de algum tempo jogando, as coisas começam a ficar meio repetitivas, acredito que se esse game tivesse um remake para os consoles da atual geração um número infinito de situações e sustos seriam adicionados ao game. Mas mesmo após você decorar o que cada objeto é capaz de fazer, o game ainda continua sendo divertido e uma boa opção para aqueles que estão meio enjoados dos games de plataforma.

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Nota do Autor: 7.5
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Gameplay:

Se você curte jogos antigos, visite as colunas Botão Solitário (Atari), NEStalgia (Nes) e 16 Bits Fever (Mega/Snes).

E ouça aos podcast que gravamos desses consoles clássicos.

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Até a próxima e bons jogos.

Fui pro game…

 

Leandro Vallina
Formado em Comunicação Social. Tem como prioridade na vida cuidar da filha, jogar videogame, alimentar e passear com os cachorros, alimentar e passear com a esposa e jogar mais um pouco de videogame.

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