Borderlands [IDKFA]

borderlandspcBom, começo com a seguinte afirmativa. Existem jogos e jogos. Aqueles que você não dá nada mesmo, ao ver o trailer percebe que é algo genérico e “casual” como um Call of Duty ou Battlefield da vida – opinião deste colunista -, outros que parecem ter uma jogabilidade profunda e interessante, como Deus EX: Human Revolution, daí ao ver o trailer de Borderlands pela primeira vez em 2010, particularmente achei que ele se encaixava na primeira categoria.

Observei e não fiz nada a respeito, até que, em setembro de 2012, Borderlands 2 foi lançado e o Steam colocou a versão GOTY (Game of The Year) de Borderlands em promoção, quer dizer, todas as DLC’s num único pacote a um preço bem módico e foi aí que comprei o jogo, mas só isso mesmo.

Reservei-me o direito de não jogá-lo porque haviam vários outros jogos a frente dele que precisavam ser finalizados ou simplesmente jogados para sempre, como é o caso de Team Fortress 2, e Borderlands, assim como vários outros jogos, ficou no limbo da minha biblioteca do Steam.

Depois de um certo tempo, quando havia enjoado dos muitos títulos que eu pegava e jogava uma ou duas partidas e largava mão, dei uma chance para Borderlands e foi aquele estouro de cérebro bem ao estilo daquelas gifs que muitos conhecem por aí.

E não poderia ser outra, virei fã no primeiro tiro que eu dei no jogo. Desde os gráficos em estilo cartoon muito bem estilizados a trilha sonora, passando por uma jogabilidade muito bem trabalhada e as bilhões de armas a disposição, Borderlands me enchia de vontade de destruir todos os meus inimigos ao redor!

Raro são os jogos que me fazem jogar cerca de 60 horas para fechá-lo quase que completamente e foi isso que Borderlands conseguiu fazer comigo. Desde sua história barata, mas interessante, passando pelos seus personagens carismáticos e os NPC’s mais sem noção que eu vi na minha vida, o mundo de Pandora virou algo único e singular para mim.

Lá, em Pandora, poderia pular altíssimas alturas, correr feito um alucinado, usar carros para esmagar inimigos e ter as armas mais eletrizantes que o jogo poderia me oferecer e isto tudo com pontuação em XP e grana, quer dizer, era uma mistura perfeita entre RPG e FPS! Juntando os dois gêneros que eu mais gosto neste mundo.

Antes que eu vá de louco ensandecido defendendo o jogo com unhas e dentes, claro que o mesmo não é perfeito. Haviam certos bugs que atrapalhavam profundamente a jogabilidade – mapas que o personagem travava, armas que não pareciam ser efetivas e loots que desequilibravam demais o jogo -, sem contar que, muitas vezes, as missões eram por demais repetitivas, fazendo cansar o jogador.

Não por menos que havia horas que simplesmente saia do mesmo e voltava a jogar Team Fortress 2, pois o mundo de Pandora e os arredores da cidade de Fyrestone era gigantesca, as vezes demorando muito tempo para se chegar a um ponto. Claro que você poderia usar o teletransporte!

Depois disso tudo dito, posso dizer que Borderlands foi uma agradável surpresa, de uma forma ou de outra e que vale a pena ser jogado pelos fãs de FPS tanto quanto de RPG, mas o melhor mesmo é gostar dos dois gêneros.

Se for multiplayer então, tudo fica ainda melhor! Se você tem um PlayStation 3, XBoX 360, PC ou Mac OS X, vale a pena conferir!

Nota do Autor: 8
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E, depois disso tudo, você gostar do primeiro jogo, confira o segundo também, que, particularmente, está bem melhor que o primeiro!

Daniel G. Fernandes
Este ser é um viciado em games, sejam de consoles, sejam de PC's e tem uma paixão arrebatadora em Tecnologia, aficcionado em filmes dos anos 1980 e 1990, ele pode não se lembrar o nome do diretor, do filme ou do ator, mas quando tem opinião ele fala mesmo! SegaManiaco de Coração, ele também bate ponto nos sites Gamehall, Marketing & Games, Blast Processing, Brazuca Gamer e Comunidade Mega Drive!

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