Deadly Moves – Mega Drive – Análise e Gameplay [16Bits Fevers]

Dando hadouken no Mega Drive, mesmo antes do Street Fighter sair para esse console.

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Após um longo hiato voltamos com a coluna 16 Bits Fever, e para relembrar dos clássicos do Mega Drive 16Bits iremos falar hoje sobre Deadly Moves.

O jogo foi lançado em 1992, quase um ano antes do SF2 aparecer no Mega Drive, e esse foi um dos motivos desse game ser tão cultuado pelos jogadores do console da Sega, afinal era isso ou Fighting Masters para acalmar a nossa vontade de dar verdadeiros Hadoukens.

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O jogo e a história:

Um game de luta no estilo arcade, em que você controla Joe, um lutador que precisa provar sua superioridade nas artes marciais lutando em um campeonato contra outros grandes lutadores do mundo.

Quando você está jogando contra o computador só consegue escolher o Joe, apenas quando for jogar com os amigos é que conseguirá selecionar outros lutadores.

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Gráficos e Som:

É claro que Deadly Moves fica muito abaixo do SF2, mas não posso negar que os cenários com os efeitos paralaxe são bem feitos para a época, cores vivas como na maioria dos jogos do Mega Drive. Os personagens não são tão originais, na verdade são bem plagiados dos outros jogos e sem personalidade, mas nessa época o que importava era jogar e se divertir. E para ajudar na diversão o som desse jogo era relativamente bom, inclusive com efeitos de vozes digitalizadas nos golpes especiais.

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Jogabilidade e desafio:

Golpes dados com o meia lua + pra frente + soco são bem mais difíceis de serem executados, o game tem o mesmo estilo do King of Fighters com duas linhas de solo e nessas horas se o seu personagem estiver um pouco mais pra cima ele não atinge o oponente que está uma linha abaixo. Para pular é necessário apertar um botão, o que também pode complicar um pouco para quem estava acostumado a apenas colocar o direcional pra cima, isso torna o game muito mais difícil.

O seu personagem começa bem lento e com golpes fracos, de acordo com as vitórias sobre os oponentes é que você vai aumentando a velocidade, defesa e poder dos golpes, isso é um grande diferencial, afinal, tem algumas horas que é melhor você lutar com um oponente mais fraco e até mesmo um que já tenha derrotado, apenas para conseguir aumentar as habilidades do seu lutador.

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Conclusão:

É fácil chegar aos dias de hoje e dizer que Deadly Moves é um game fraco, justamente por ter uma jogabilidade abaixo da média, mas na época em que os jogos do arcade começaram a migrar para os consoles, esse game estava acima da média de muitos jogos de lutas horríveis que tinham dado as caras para os videogames 16 Bits, é claro que o fator nostalgia pode influenciar um pouco a minha análise, mas Deadly Moves mesmo não sendo original, nem na história e muito menos nos personagens, conseguiu divertir uma horda de jogadores que estavam começando a conhecer os games de luta e tinham como o principal sonho de consumo jogar o SF2 em casa, ele não fez feio e quebrou um bom galho. Até fase de bônus o game tinha, mas era apenas para testar o reflexo do jogador já que nela o jogador tinha apenas que ver onde acendia a luz vermelha para virar para o lado certo e chutar.

Curiosidade:

Nos EUA, o game no Mega Drive foi lançado como Deadly Moves; no Japão, foi lançado como Power Athlete.

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Quase um ano depois do lançamento, saiu uma versão para Snes, o game era praticamente o mesmo só que com o nome de Power Moves, a capa do jogo do Snes era exatamente a mesma do Mega Drive, onde um lutador soca o rosto de outro, só que na capa do Mega Drive o lutador estava sangrando (vermelho) e na capa do game do Snes o sangue foi substituído por algo cinza e branco, como se fosse um suor do lutador. Porém, em nenhuma das duas versões existia sangue no meio do jogo, os golpes e efeitos sonoros eram praticamente iguais.

Nota do Autor: 7
Nota do público:(3 votos) 5.3
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Gameplay:

Se você curte jogos antigos, visite as colunas Botão Solitário (Atari), NEStalgia (Nes) e 16 Bits Fever (Mega/Snes).

E ouça os podcasts que gravamos desses consoles clássicos.

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Até a próxima e bons jogos.

Fui pro game…

Leandro Vallina
Formado em Comunicação Social. Tem como prioridade na vida cuidar da filha, jogar videogame, alimentar e passear com os cachorros, alimentar e passear com a esposa e jogar mais um pouco de videogame.

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