Astyanax – Análise e Gameplay [NEStalgia]

Bonito, mas difíííííííííícil pacas.

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Ressuscitando a coluna NEStalgia para relembrar os melhores e piores games do NES, hoje iremos falar de Astyanax. Uma conversão de um game de arcade que foi lançada para o Nintendinho em 1990.

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Game e enredo:

Astyanax é um adolescente da nossa época que estava vivendo seus dias normalmente, porém, tendo estranhos sonhos com uma princesa, #QuemNunca, e nas suas caminhadas em direção ao colégio ele é transportado para um mundo medieval. Nesse mundo ele encontra uma fada e ela lhe pede ajuda para resgatar a princesa Rosebud que foi capturada por um ser maligno chamado Blackhorn. Pronto, plot simples e nada original, mas tá valendo.

O jogo é em plataforma, estilo side scrooling. Onde você comanda um guerreiro com um machado que vai da esquerda para a direita (as vezes pra cima ou pra baixo, depende da fase). Inimigos e buracos são os desafios desse game.

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Gráfico e Som:

Lindo graficamente, diferente da maioria dos games de plataforma do Nes, esse jogo tem no diferencial o tamanho do personagem. Ele é GRANDE e bem detalhado, na verdade as fases, que lembram um pouco Castlevania, são bem desenhadas e coloridas. Já os inimigos são bem simples, tirando os subchefes e chefões de final de fase, esses sim são caprichados.

Outro grande destaque são as cut-cenes entre as fases, no melhor estilo Ninja Gaiden, a cada mudança de fase vemos animações com traços em Anime contando a historia e mostrando os personagens do game.

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O som é uma lástima, “musiquinhas” chatas e até irritantes, mostrando o pior da sonoridade do console. É difícil entender como o mesmo console que teve belíssimas musicas (Mega Man 3 por exemplo) pode machucar tanto os nossos ouvidos com sons irritantes de órgão eletrônico.

Jogabilidade e Desafio:

Travadão até não poder mais, é aqui que a coisa desgrenha de vez, talvez por causa do tamanho do personagem ser muito maior do que o normal, a jogabilidade é muito presa deixando o game extremamente difícil.

Os inimigos são rápidos, os aéreos principalmente, e o seu herói tem como arma principal uma machado (que no decorrer do jogo pode virar uma espada). Mas o golpe é muito curto e você só conseguirá acertar o oponente quando ele já estiver em cima de você.  Outro detalhe que aumenta muito a dificuldade é que você não pode sair apertando o botão de golpe sem parar, como o seu machado tem uma barra de carregamento, o ideal é você deixa-la encher até o final antes de dar o próximo golpe.

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Uma magia especial também é uma das suas armas, ela pode ser uma rajada de fogo ou apenas paralisar o inimigo, mas como essa é limitada a tendência é que você a guarde para os chefes de fase.

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Conclusão:

Bonitinho mais ordinário, a versão original do Arcade é bem mais fluida, mas como eu não sou de reclamar e na verdade até agradeço pelas várias boas conversões que o NES já ganhou, recomendo que você teste a sua paciência com esse game, que não é nem de longe um dos meus prediletos.

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Essa imagem é da versão para Arcade

Nota do Autor: 6
Nota do público:(1 voto) 7.5
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Gameplay:

 

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Até a próxima e bons jogos.

Fui pro game…

 

Leandro Vallina
Formado em Comunicação Social. Tem como prioridade na vida cuidar da filha, jogar videogame, alimentar e passear com os cachorros, alimentar e passear com a esposa e jogar mais um pouco de videogame.

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  • Eu gostei do que li, me pareceu um jogo interessante. Vou colocar na minha lista de jogos do NES para jogar num futuro incerto! Devo isso a mim mesmo, já que cresci no Master como vc bem sabe por eu ter falado N vezes… ou melhor, S[ega] vezes… kkkk
    Ótimo review!

    • leandrovallina

      o jogo é interessante pra ser jogado, mas bem dificl e sabe que eu até hoje to me devendo jogar uma porrada de jogo do Master. vou resolver isso nos proximos meses